É a quantidade de pessoas que habitam Brasília. Definitivamente.
Ô inferno.
Vejo o meu passado com poucos pesares e remorsos. Sigo a linha de pensamento que prega que você é tudo o que faz e tudo o que fez... logo, devo à pessoa que fui, a pessoa que sou hoje. E estou satisfeito.
Porém me sinto enredado a maledicências e um passado que parece me perseguir, mesmo não sendo eu o culpado dele. Sou visto como um pária por carregar um fardo que não é meu, a sombra de outro alguém.
Seria, assim, muito injusto querer me desligar disso? Me reinventar, renovar, reconstruir?
Não quero ser visto como um câncer, um apêndice, um parasita. Muito menos como benfeitor, herói ou crédulo. Já me basta, a título, a insanidade e a caoticidade.
Que me reconheçam por feitos e fatos, não por vil imagem e semelhança.
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Há 2 anos
