segunda-feira, 31 de outubro de 2011



Eu não sei exatamente como isso tudo vai acabar. Mas se depois eu não for um adulto por completo, desisto dessa vida.

Eu não tenho inspiração para escrever nada, mesmo em momentos tristes, que costumavam me motivar mais do que tudo. Não sei se amadureci ou só perdi o foco.
Só sei que morre tudo aqui.
O que vier daqui pra frente será novo e excitante em sua forma.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Feird Weelings

Às vezes tenho uma séria impressão de estar numa constante queda de braço com minha mente. E isso acontece muito mais comumente quando estou totalmente vulnerável.
Odeio me sentir assim. Sinceramente, odeio mesmo. Nunca gostei de me sentir vulnerável, ainda mais por já ter sido abusado por isso mais de uma vez. É um resquício da pessoa que eu era antes, eu sei, mas não consigo mandar nisso. E não ter o controle sobre algo me deixa maluco... o que também é meio doentio.
Acho que quando me encontro comigo é que percebo quão ruim é a pessoa que se esconde aqui dentro, quase que lutando pra sair. Mas eu não posso deixar... não de novo. Não depois de ter lutado tanto para vencer isso, para provar pra mim mesmo que eu não teria que ser como estava programado pra mim.
Eu sei que parece melodrama, e provavelmente é. Mas somente escrevendo eu me sinto analisando a situação com outros olhos.
É muito esquisito você se ver de frente para si mesmo. Nunca achei que fosse encarar isso de fato, mas o acaso prega peças. Percebi que apesar de ser bom, muito bom, está me corroendo por dentro.

Tenho que aprender a não carregar os outros pro buraco comigo. Mas não, eu sempre faço isso... acho que pra não me sentir sozinho lá.

Eu não sou assim. Minha personalidade é mesmo fodida.

PS: Quem quer que leia (se ler), não tente interpretar nada disso. Eu não sei nem se eu mesmo vou entender quando ler.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Family Issues

Desde criança, sempre odiei ser tratado como criança.
Minha grande impressão era de que as pessoas nunca levavam muito à sério o que eu falava, por mais importante que fosse (na época, claro).
É muito ruim ver isso tudo acontecendo de novo. Ao mesmo tempo que é bom saber que as pessoas te poupam dos problemas por se importarem com você, passa uma sensação de revolta, como um "eu poderia estar ajudando", e impotência.
Acho que a grande surpresa de ver a sua família, aparentemente perfeita, passando por problemas sérios não é nada agradável.
Mas bola pra frente e fé no futuro. Vou fazer o que der.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Gone²

And I have always done my best
To block it out and keep myself
But lately it has been so hard
And I don't know where I end and you start


And I have given more than most
I've fucking overdosed on honesty
But then when I've given everything
Then what will there be left of me?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Oh, the pain...

20:05 de ontem. Tínhamos corrido quase meia hora (sim, à pé) após descer no ponto errado de uma cidade quase estranha. Suados, cansados e sedentos, mas mesmo assim a fila ainda persistia na porta.
20:30, as luzes se apagam e uma música folclórica sueca começa a soar... ninguém entende, mas alguns minutos depois eles estão lá, de carne, osso e MUITA música.
É incrível como 5 pessoas podem hipnotizar uma platéia a ponto de ter silêncio absoluto quando cantando uma música. Incrível também como podem despertar uma paixão nos fãs a ponto dele rasgarem a garganta cantando (como eu).
É incrível como eles são só o Pain of Salvation e isso basta.

quarta-feira, 1 de junho de 2011