sexta-feira, 25 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Let it be Wild

Um pulsar de luzes brilhantes em um ambiente escuro. Dezenas de pessoas ofegantes fazem as parcas janelas embaçarem com suor enquanto o som pulsa um timbre intermitente que praticamente hipnotiza todos em um transe quase sexual.
Posso ver muitos corpos seminus, e, mesmo quando vestidos, a pouca roupa está grudada ao corpo de modo a formar uma segunda pele quase translúcida. A sensação de perder alguns quadros da visão, aliada à falta de coordenação (provida pelas doses de tequila, claro) faz o ambiente ainda mais divertido.
De repente, mãos na cintura... duas, quatro e estamos dançando como um único ser. Quem diria que pessoas em uma situação similar podiam ser tão precisas e coordenadas?
Sinto a multidão nos fuzilar com olhares. Alguns enojados, outros curiosos... mas a grande maioria invejosos.

Ir para uma aula sobre motéis logo após virar a noite em um é coincidência demais? Eu chamaria de estudo de campo.


Nunca antes assustar os funcionários da farmácia foi tão divertido.
Nada mal para uma quarta feira.


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Twisted Metal

Domingo, alcool, piscina à noite, lasanha e FUCKING TWISTED METAL!


E o feriado vem aí para 4 dias de rave, NOOOONSTOP.
<3
(Sim, eu estou empolgado hoje)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Love Stoned


"She grabs the yellow bottle
She likes the way it hits her lips
She gets to the bottom
It sends her on a trip so right
She might be goin' home with me tonight

She looks like a model
Except she's got a little more ass

Don't even bother
Unless you've got that thing she likes
I hope she's goin' home with me tonight

Those flashing lights come from everywhere
The way they hit her I just stop and stare
She's got me love stoned
Man I swear she's bad and she knows
I think that she knows
"


Ah, como eu queria cantar isso para algumas pessoas ouvirem...
Sádico? Eu? Acho que essa camiseta do Punisher é que está me corrompendo.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Desconexões

É engraçado como pequenas coisas fazem nosso dia, não?
Um beijo carinhoso na bochecha já me deixou mais bobo que uma ótima noite de sexo. Um abraço verdadeiro pareceu apagar qualquer vestígio de dor que sentia enquanto esperava na cadeira do hospital. Até um "foda-se, ele é meu irmão" já me rendeu bons sentimentos.

Eu sinto hoje uma sensação de relaxamento muito diferente do modo como vivia antes, quase paranóico. Percebi que os problemas vêm e vão e que no final das contas nós vamos rir muito deles algum dia no futuro. Que os relacionamentos falidos acabam sempre ensinando algo valioso, por mais doloroso que pareça na hora. Que você sempre se acha idiota de ter sofrido por algo que, no presente, parece tão pequeno.

Me desapeguei de tudo (praticamente), aprendi a viver mais para mim mesmo, aproveitar as boas coisas que a vida me provê. Medito brevemente todo dia antes de levantar, me espreguiço, tomo um grande copo d'água e dou um sorriso... tudo isso, apesar de parecer insignificante à primeira vista, economiza longas sessões de terapia.
Lembro sempre que viver é bom somente pelo fato de viver, que um dia de chuva é só um dia de chuva e que o carro quebrar pode ser um bom motivo para você andar à pé e se exercitar.

Olhando para trás me vejo transformado em algo mais leve de se conviver com, quando uma das maiores reclamações que ouvi na vida foi à respeito de ser uma pessoa de difícil convivência.
Quando o dia de trabalho está ruim, ao invés de reclamar, desço e tomo um sorvete, ou somente ando alguns minutos para espairecer. Lembro que poderia ser sempre pior, que poderia simplesmente não ser.

Ainda sou rabugento, fato. Marrento, brigão e teimoso. Mas são partes da minha personalidade que foi moldada à duras porradas que levei por sempre ser ingênuo demais.
Existem pessoas, claro, que não gostam de mim, que, mesmo sem me conhecer, falam mal, inventam histórias e tudo mais... claro que não sou nenhum santo. Para falar a verdade, estou BEM longe disso, mas também não faço jus à crucificação. De coração, esperava somente poder mostrar à elas que não sou o diabo que me pintam.

Hoje não é nenhum dia especial. Somente um dia de sol, preguiçoso e que me deu vontade de expelir tudo o que tinha no meu buffer. Talvez isso ajude a bolar um assunto realmente interessante para postar aqui, pois já estou ficando repetitivo com as minhas recorrentes reflexões pseudo-profundas.

Aloha.