segunda-feira, 6 de junho de 2011

Oh, the pain...

20:05 de ontem. Tínhamos corrido quase meia hora (sim, à pé) após descer no ponto errado de uma cidade quase estranha. Suados, cansados e sedentos, mas mesmo assim a fila ainda persistia na porta.
20:30, as luzes se apagam e uma música folclórica sueca começa a soar... ninguém entende, mas alguns minutos depois eles estão lá, de carne, osso e MUITA música.
É incrível como 5 pessoas podem hipnotizar uma platéia a ponto de ter silêncio absoluto quando cantando uma música. Incrível também como podem despertar uma paixão nos fãs a ponto dele rasgarem a garganta cantando (como eu).
É incrível como eles são só o Pain of Salvation e isso basta.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

"We pretend it's personality, but it's really sexuality.We put faith in love and honesty, but the stuff that makes our history and sets us free is curiosity,"

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Where it Hurts

Estou empolgado... muito empolgado, isso é verdade. Mas nada diminui o quanto esse clipe é foda²

sexta-feira, 25 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Let it be Wild

Um pulsar de luzes brilhantes em um ambiente escuro. Dezenas de pessoas ofegantes fazem as parcas janelas embaçarem com suor enquanto o som pulsa um timbre intermitente que praticamente hipnotiza todos em um transe quase sexual.
Posso ver muitos corpos seminus, e, mesmo quando vestidos, a pouca roupa está grudada ao corpo de modo a formar uma segunda pele quase translúcida. A sensação de perder alguns quadros da visão, aliada à falta de coordenação (provida pelas doses de tequila, claro) faz o ambiente ainda mais divertido.
De repente, mãos na cintura... duas, quatro e estamos dançando como um único ser. Quem diria que pessoas em uma situação similar podiam ser tão precisas e coordenadas?
Sinto a multidão nos fuzilar com olhares. Alguns enojados, outros curiosos... mas a grande maioria invejosos.

Ir para uma aula sobre motéis logo após virar a noite em um é coincidência demais? Eu chamaria de estudo de campo.


Nunca antes assustar os funcionários da farmácia foi tão divertido.
Nada mal para uma quarta feira.